Análise microbiológica, química e ultraestrutural de diferentes pinos de fibra de vidro submetidos a diferentes protocolos de controle de infecção

Resumo: A reabilitação de dentes com extenso comprometimento da coroa dentária ainda é um desafio na Odontologia. Por quase um século o protocolo restaurador para esses dentes consistia quase que exclusivamente do uso de pinos e núcleos metálicos fundidos. Na última década do século vinte, houve notável desenvolvimento dos sistemas adesivos e de compósitos restauradores. Os pinos de fibra de carbono surgiram com a promessa de possuir características biomecânicas mais semelhantes às do tecido dentinário. Atendendo a requisitos estéticos, passaram a ser produzidos em fibra de vidro e quartzo. Apesar do avanço tecnológico relacionado aos materiais restauradores, ainda existem limitações técnicas e biológicas ao se restaurar grandes perdas de tecido dentinário, resultando, na maioria das vezes, em insucessos clínicos. Os estudos clínicos que podem orientar uma sequência operatória para a restauração de dentes tratados endodonticamente não relatam a desinfecção dos pinos de fibra antes de sua cimentação. Esta etapa ficou por anos ignorada, pois a hipótese da contaminação superficial dos pinos favorecer o surgimento de lesões endodônticas seria remota, visto que pinos de fibra são pré-fabricados, embalados e lacrados. Assim, este trabalho se propõe a investigar se os processos de desinfecção e de esterilização podem provocar alterações na integridade química e estrutural dos pinos de fibra de diferentes marcas.

Data de início: 2013-08-01
Prazo (meses): 12

Participantes:

Papelordem decrescente Nome
Aluno Mestrado Daniele de Aguiar Castro Avila Nascimento
Coordenador Selva Maria Gonçalves Guerra
Transparência Pública
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